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Tesamorelina — Contexto e detalhes

Por Redação · publicado 2026-05-10 · última revisão 2026-06-15 · News

Esta é uma visão de trabalho sobre Tesamorelina, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.

Revisado em 2026-06-15. O que continua em debate é marcado como tal.

Estabilidade e armazenamento

=== Boinas === Todos os militares da Marinha e do Exército e os membros da Polícia Aérea da Força Aérea fazem uso de boina, cuja cor identifica a sua especialidade. As boinas militares portuguesas caracterizam-se por terem tradicionalmente uma fita com duas pontas pendentes, cujas cores têm um simbologia própria. Na Marinha são usados dois modelos de boina, um de cor azul escuro com fita de pontas pendentes pretas, para uso dos fuzileiros e o outro de cor azul naval (azul cobalto) com fita de pontas pendentes azul e branca, para uso dos restantes militares da Marinha. Os militares do Exército usam genericamente uma boina de cor preta com fita de pontas pendentes verde e vermelha (até 2018, a boina genérica do Exército era castanha, sendo a preta usada apenas pela arma de cavalaria). Os militares com a especialidade de comandos, de operações especiais e de paraquedistas - quando integrados em unidades deste tipo e em algumas outras ocasiões - estão autorizados a usar as respetivas boinas, respetivamente, de cor vermelha com fitas pretas, de cor verde seco com fitas verde seco e vermelha e de cor verde com fitas pretas. Na Força Aérea, os militares com a especialidade de Polícia Aérea fazem uso de uma boina azul claro, com fita de pontas pendentes pretas, sendo que os militares de todas as restantes especialidades fazem uso de bivaque. O uso de boina foi introduzido nas Forças Armadas Portuguesas em 1956, com a adoção de uma boina de cor verde (de um tom oficialmente designado "verde caçador-paraquedista") pelas tropas paraquedistas.

Fontes: pt.wikipedia.org

Notas práticas

O seu uso foi alargado em 1960 aos caçadores especiais do Exército, que adotaram uma boina castanha (inspirada na cor das fardas dos caçadores portugueses da Guerra Peninsular) e de seguida aos fuzileiros navais, que adotaram uma boina da cor dos uniformes azuis da Marinha e à Polícia Aérea que adotou uma boina da cor azul claro. Em 1961, o uso de boina castanha foi alargado a todos os militares do Exército, prevendo-se contudo que, transitoriamente, algumas armas e serviços usassem boinas pretas, que existiam então em stock. Em teoria, a cor das fitas das boinas variaria conforme a arma ou serviço, mas na prática acabaram por ser atribuídas boinas com as fitas da infantaria (verde e vermelha) a todos os militares do Exército. Durante a Guerra do Ultramar, algumas unidades de comandos adotaram informalmente o uso de boinas de cor vermelha (cor já então associada aos comandos) e outras de boinas camufladas, prática que foi contudo expressamente proibida pelo ministro do Exército em novembro de 1965, reforçando o uso exclusivo de boina castanha no Exército. O uso de boina de cor vermelha (referida como "vermelha púrpura") pelos comandos acabou contudo por ser oficialmente autorizado em julho de 1974. A arma de cavalaria também viria a adotar uma boina distinta, de cor preta e com fita de pontas pendentes vermelha e amarela (cores de fita que haviam sido previstas para as boinas de cavalaria em 1961).

Fontes: pt.wikipedia.org

Comparação com alternativas

Algumas unidades irregulares portuguesas na Guerra do Ultramar usaram também boinas com cores particulares, como as amarelas e as grenás usadas, respetivamente, pelos grupos especiais e grupos especiais paraquedistas de Moçambique. As tropas de operações especiais do Exército, recriadas na década de 1980 adotaram uma boina de cor verde seco. Em 2018, o Exército descontinuou o uso da tradicional boina castanha, adotando a boina de cor preta para uso genérico de todos os militares (exceto comandos, operações especiais e paraquedistas).

Fontes: pt.wikipedia.org

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Questões em aberto

=== Distintivos de posto === Apesar do uso de uniformes distintos, os três ramos das Forças Armadas têm sistemas de distintivos de postos quase idênticos entre si. Genericamente, consistem em estrelas para os postos de oficial general, em galões direitos para os restantes oficiais, num escudo nacional para os sargentos superiores e em divisas (galões angulares) para os restantes sargentos e praças. Em alguns uniformes da Marinha e do Exército, os oficiais generais usam também galões (mais largos que os dos restantes oficiais) como distintivos de posto. Os galões colocados nos topos dos distintivos dos oficiais da Marinha formam o tradicional nó naval. Para além dos distintivos de postos usados no uniforme, existe ainda uma insígnia específica para o posto de marechal do Exército e da Força Aérea, consistindo num bastão. Estão previstos específicos para oficiais generais que exerçam os cargos de Presidente da República e de chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, que consistem, respetivamente em seis e quatro estrelas douradas. Nos casacos, dólmãs e artigos de uniforme análogos de cerimónia e de representação, as estrelas e galões de oficial e o escudo nacional de sargento superior são tradicionalmente usados nos canhões, sendo as divisas de sargento e praça usadas no braço. Na maioria dos restantes uniformes, os distintivos de posto são geralmente colocados em passadeiras amovíveis usadas enfiadas nas platinas dos ombros. Estas passadeiras são tradicionalmente da cor azul ferrete, mas podem ser também em padrão camuflado quando usadas no uniforme correspondente.

Fontes: pt.wikipedia.org

Perguntas frequentes

O que é Tesamorelina?

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